26 de julho de 2013
Quem me conhece há mais tempo, ou com um pouco mais de intimidade, sabe o quanto sou adepta, e apaixonada, por livros.
      Paixão que surgiu em meados de 2003, no meio de uma adolescência tranquila e corriqueira.
      Uma paixão difícil de se adquirir e gostosa em se manter. Hoje, não saio de casa sem ter em minha bolsa o livro que escolhi pra me acompanhar por um período de tempo.       Dificilmente consigo ler apenas um livro por vez. Um é aquele determinado para ser “o companheiro na cabeceira da cama”, o outro determino como “a companhia para a estrada”. Sendo assim, leio ao mesmo tempo, mas em momentos diferentes, dois títulos. 
       Por hora, estou lendo “Nas entrelinhas do horizonte”, escrito pelo grande ídolo do rock nacional Humberto Gessinger e “A culpa é das Estrelas” escrito por um dos maiores nomes da literatura estrangeira, John Green. O primeiro passou a ser meu companheiro de estrada e o segundo meu livro de cabeceira.
       Dificilmente, nessas minhas “lidas duplas” um livro interfere a leitura do outro, mas eis que sou pega de surpresa por estórias (ou seriam histórias?) totalmente diferentes e ao mesmo tempo tão iguais.
       Uma com o melhor que a vida pode dar. Histórias reais, engraçadas, detalhadas, e uma vida totalmente desregrada e, a meu ver, gostosa de viver.
      Outra que poderia ser real, mas, segundo o autor não passa de uma estória fictícia. Uma jovem que aos 14 anos descobre ter sido vitimada pelo Câncer. E, então a personagem aos 17 anos, descreve sua história.
      Tanto um, quanto o outro livro, trazem em suas páginas e descrito em suas linhas uma intensidade de vida e realidade que é impossível não imaginar-se vivendo aqueles trechos e situações. Há um grande esforço da personagem em mostrar que além de seu sofrimento ela vive uma paixão verdadeira e uma luta diária para ter uma vida normal, apesar de sua doença. Já meu ídolo, descreve detalhadamente alguns episódios ao longo de sua carreira e de sua vida pessoal. Em alguns trechos, ele escreve letras de seus maiores sucessos e deixa, outras tantas, subentendidas.
      Dois livros tão diferentes e tão distintos, que se lidos simultaneamente, um (o primeiro) tem poder de curar o outro (o segundo).
      E então, escrevo isso, pra você, que não tem como hábito a leitura, saber que não há mal que algumas páginas bem escritas, e após bem lidas, não sejam capazes de curar.
      Faça da leitura um vício saudável em sua vida!


   (Texto publicado na Edição 368 do Jornal Gazeta Regional- Serafina Corrêa 26/07/2013)

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Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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