26 de agosto de 2013
Janta by Marcelo Camelo on Grooveshark





“— Ainda assim — disse o Espantalho —, quero um cérebro em vez de um coração; porque um tolo não saberia o que fazer com um coração se tivesse um.

— Fico com o coração — respondeu o Homem de Lata. — Porque o cérebro não faz ninguém feliz, e a felicidade é a melhor coisa do mundo.”

 O Mágico de Oz
25 de agosto de 2013


Gente, a parada é a seguinte nem eu nem a parte doce daqui tá tendo muito tempo mas a gente morre de saudade daqui, acreditem.
Pra moda que minha súcia vai arrebentar no tal concurso de dança porque primeiro que ela é fera(assim como todo grupo) e segundo que nós todos estamos na torcida. Rsrsrs.. nosso pensamento positivo já ajuda e bastante. rsrsrs
Então ela minha súcia nos pergunta se pode se apaixonar. Cara, alguém de vocês tem dúvidas que já se foi o boi com a corda e que ela tá mais do que envolvida com o 'lance da conquista'?
Eu conheço ela e se ela chegou ao ponto de comentar aqui... xeeeeeeeeeeessuss.. oremos.
Vamos pegar a cadeira que logo logo vem despejo de sentimentos por aqui.
POr outro lado, quando ela comentou que eu tenho dado conta do mel daqui e que eu tenho mudado da agua pro vinho, não é verdade. Eu SEMPRE fui vinho. kkkkkkk
Sim, sim, admito que tem um pacato cidadão que tá tirando meu sono, passei da idade de ficar omitindo meus sentimentos e sufocando, só que né, ele não me quer, então paciência.
Estão percebendo o porquê que eu não tô melando nada?
Às vezes, bate umas loucura estranha que deve ser carência e daí eu publico assim uns negócio meio que romântico mas só. Relaxem, tá tudo sob controle... cof..cof..

No más, continuem nos lendo e acompanhando sem vocês a gente não existe.
beso beso
 
 

 
"As pessoas falam tanto em tempo, como se ele fosse a cura de tudo. Na verdade, elas não sabem que ele destrói, corrói, separa, e muda as pessoas. O tempo que trás, é o mesmo que leva: Os momentos, as lembranças, os amigos, os amores... Ele tem pressa. Por isso, aproveite ao máximo, e saiba valorizar cada segundo. Pois há tempo para tudo, exceto para ser desperdiçado."
17 de agosto de 2013
Olá  pessoal!

                Vim aqui correndo só pra dizer que se não bastasse toda função do trabalho, mais contagem regressiva para o grande concurso de danças (que será dia 7 de setembro) agora também apareceu um carinha louco de vontade de me conquistar. E adivinhe a pior parte disso tudo... Eu estou adorando a idéia.
                Sei que minha ausência deixa tudo “menos mi mi mi”, mas parece que minha súcia esta mudando da água para o vinho e dando conta do “doce de vocês”.
                Bom, o que resta é me desculpar e dizer, que eu espero que  as coisas comecem a dar certo, pra mim, pra minha súcia e pra vocês.
                Agora uma dúvida...
                Gente, será que já posso me apaixonar??


Beijos da Princesinha de vocês! 
Quando crianças nossos pais nos ensinam a não deitar sem antes fazer o dever de casa para o dia seguinte. Não nos deixam dormir na casa da amiga sem antes averiguar a organização de nosso quarto. Não autorizam a saída do sábado a noite se nossas notas não forem boas. Não programam as férias de verão sem antes ter certeza da aprovação de todos os filhos. E assim também é quando somos adolescentes e depois adultos. Começamos o ano letivo programando as férias de julho ou a viagem com a turma no final do ano. Entramos na faculdade e logo no primeiro ou segundo semestre começamos a organizar a tão sonhada festa de formatura. Começamos a trabalhar e assim a investir em algo a longo prazo. Iniciamos a segunda-feira e programamos o descanso do final de semana. Saímos de casa e temos o dia comprometido e organizado. Abrimos mãos de algumas coisas para então conquistar outras. Optamos por estar em um local e nos abdicamos de estar em outro. Abandonamos algumas vaidades e nos satisfazemos com outras. Assim, vivemos, uma vida organizada e planejada. Sonhamos em viajar e conhecer a Europa, ou passar aqueles dias no Havaí. Idealizamos a casa e o carro dos sonhos. Doamos-nos ao máximo para ser bem sucedidos no novo emprego. Sorrimos em fotografias e respiramos fundo admirando o pôr-do-sol. Aplaudimos nossas vitórias e vibramos com o sucesso de amigos. Organizamos o dia, a semana, o mês e por fim o ano. Organizamos as férias de verão antes mesmo da primavera. Planejamos o amanhã, sem esquecer-se do ontem ou viver o hoje. Somos ensinados a alcançar grandes metas quando na verdade são as pequenas que nos completam. Vivemos em um mundo de barulho, sem saber que muitas vezes o silêncio diz tudo. Sonhamos grandes sonhos sem perceber que o que mais importa é a realidade. Fechamos os olhos para as belezas do dia e nos fartamos com os medos da noite. Vivemos de tal forma, sofrendo pelo ontem ou organizando e planejando o amanhã, que não percebemos que a única forma de sermos felizes de verdade é vivendo o hoje.


  (Texto publicado na Edição 371 do Jornal Gazeta Regional- Serafina Corrêa 16/08/2013)
11 de agosto de 2013
Pai by Fabio Junior on Grooveshark



Pro cara que chorou ao me ver e ter pela primeira vez nos braços,
Pro cara que fez caretas pra me alegrar e tirou os monstros debaixo da minha cama,
Pro cara que me ensinou a jogar sinuca e dirigir,
Pro cara que me deu palmadas pra ensinar o que era certo,
Pro cara que pescou comigo, que me ensinou valsa, que me fez prosa,
Pro cara com quem eu briguei muitas vezes e voltei pedindo colo toda vez que algo deu errado,
Pro cara que toma whisky comigo quando percebe que tive um dia estressante,Pro cara que todos os dias é meu porto seguro quando eu volto pra casa.
Pro MEU PAI, todo o meu amor.

Pai,
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você...Eu te amo demais!!!
10 de agosto de 2013





E você olha para o tempo como se ele sempre estivesse ali, mas ele não esteve.

Eu aprendi que os ponteiros do relógio não perdoam. O tempo passa ligeiramente, não importa com quem você esteja ou como você esteja. As pessoas entram e saem da sua vida numa velocidade absurda. E é preciso se acostumar com isso.

Eu aprendi que temos de se adaptar com o ritmo das coisas. Adotar um estilo de vida que condiz com a vida que você quer levar. Com as pessoas que quer ter perto. Que quer. Perto.
Aprendi que dirigir sem destino é medicinal.

Aprendi que tirar férias no inverno é terapêutico.
Eu aprendi que a gente tem que encontrar uma forma menos dolorosa de encarar as nossas crises, as nossas perdas, os desalinhos que cruzam a nossa estrada. E seguir. Sem culpa. Sem tristeza. Sem pena de si mesmo. E isso, aprendi a duras penas.
Eu aprendi que por mais que você ame muito alguém, essa pessoa vai se encarregar de te decepcionar algum dia. Algum mês. Por toda a vida.

Eu aprendi que as melhores respostas estão dentro de mim. Quando eu ouço atentamente o meu coração, eu consigo entender com mais clareza o que me aflige, o que me desmancha em sorrisos, o que me sensibiliza em afetos.

Eu aprendi mais sobre mim depois que deixei um amor de longa data ir. Só depois que aprendi a sentir, por mim mesma. A gostar por mim mesma. A ser por mim. Eu fui me descobrindo dia após dia. Sentimento após sentimento. Música após música. E eu fui me orgulhando tanto com a pessoa que o tempo foi criando. 

Eu aprendi que os valores, levados para o resto da vida, são ensinados ainda na infância. Aprendi que meus melhores e incondicionais amigos são meus pais.


Eu aprendi que as pessoas que você mais ama, são tomadas de você muito depressa. Antes mesmo da hora de você entender o que é perder alguém. E ter que seguir a vida mesmo assim. Que quando eu me fecho e tenho muito este hábito, as coisas ficam notadamente mais difíceis, então eu baixo um pouco a guarda e consigo ver um arco-íris. Aprendi que pescar é além de prazeroso um exercício para minha paciência.

Eu aprendi que erros passados não justificam erros futuros. Que se você errar no mesmo quesito duas, três, cinco vezes que for, o problema não está na sua falta de sorte, mas nas escolhas que você está fazendo. Nos sentimentos que você está envolvendo. Nas pessoas que você está dando o valor que não merecem.

Eu aprendi que sair pra dançar um pouco, me deixa mais leve. Mais dona de mim. Mais segura para enfrentar a aspereza do mundo. Claro que não é sempre que isso acontece. Aprendi que subir numa árvore e tirar bergamotas é prazeroso e me faz rir de mim mesma.

Eu aprendi que um abraço pode ter o mesmo resultado de um tratamento médico. De dois em um mesmo sentir.

Eu aprendo tanto todos os dias. E não quero nunca me deixar de aprender.

Talvez aprendendo a gente entenda nossa missão aqui.
 
 
* texto de Bibiana Benites adaptado a minha realidade.






Não sei vocês, mas eu leio Gabito, Daniel M. Martinho, Neruda, Martha Medeiros, Humberto Gessinger e outros tantos, cuido da casa, trabalho em vários projetos ao mesmo tempo, escrevo meus direitos, sonhos e desejos em bilhetes, na agenda pra lembrar de realizar. Canto no chuveiro e sem melodia e às vezes gostaria que ninguém me fazesse interrogatórios.
Valorizo os pormenores dos relacionamentos. Faço figa pra a sorte não me abandonar e vivo cada dia de bem comigo mesma. (Tenho um pequeno problema com a balança, mas va lá..)
Talvez você, caro leitor, não me entenda. Não faz mal, nem eu mesma consigo compreender e até onde fui , transcrevi apenas algumas interpretações das fases que vivi, o restante eu vou levando. No mais eu tenho uma profunda devoção a tudo aquilo que me faz bem e nessa eu até acredito em alguns anjos, todos os dias tento aumentar minha fé. E nunca, nunca mesmo fechei a edição dos meus conhecimentos sobre o amor. Esse é o advento pelo qual tenho maior admiração, mesmo sabendo que ele anda demorando demais aparecer por aqui. Não quero viver desacreditando em algo tão bom, mesmo ele sendo hóspede passageiro no meu coração.
Busco muitas coisas e acho saudável esse projeto. Atento mais pela sobrevivência de atos felizes. Nem que seja para conservá-los na memória. Não sei sobre você, mas eu tenho uma coleção ideias e a maioria delas sem serventia. Tenho também uma safra de metas anotadas em um caderninho que esperam o dia seguinte pra acontecer.
Frequentemente divago, falo com meus cachorros, dou risada sozinha e faço estorvo na minha paciência que é sempre apressada.Tiro onda com minha civilidade embora eu permaneça guardada em minha solidão.
Sigo assim e não aceito a superficialidade de algumas pessoas, não entendo e nem faço faço esforço pra isso. Comigo não tem nada de raso. Me apego ao contraponto da realidade afirmando que o amor é contravenção, loucura, tarja preta para realizar sonhos e a vida é apenas um aviso prévio, insinuando que a felicidade tem que ser pra hoje.

Acredito que é por isso que a maioria das pessoas que me conhece, diz que sou ligada na tomada. Diz que sou hiperativa, 220 volts.

Só que o que me dá na telha, acontece, pode apostar. E geralmente não demora muito.

Quem sou eu

Minha foto
Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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