30 de dezembro de 2015
 
 
Mais do que nunca, a conjuntura vigente nos propicia múltiplas escolhas em vários aspectos de nossa vida. E são tantas as opções a nossa disposição, que estarmos constantemente frente a encruzilhadas, tendo que optar entre vários caminhos. O processo de escolha, muitas vezes, é doído e causa certo incômodo - na medida em que se faz necessário "cutucar" velhas feridas, sendo a opção mais cômoda protelar.Na verdade, o ato de escolher nos acompanha diariamente em pequenas e grandes coisas, no fato de escolher com que roupa vamos sair; a que filme vamos assistir ou qual prato pedir no restaurante. Essa eterna dúvida que nos acompanha é ratificada pelo velho ditado: "Será que caso ou compro uma bicicleta?". Há alguns que colocam como sinônimo de escolha, o livre arbítrio, ou seja, a vontade livre de escolhas. Contudo, sem entrar na seara filosófica ou religiosa que envolve o liberum arbitrium, o certo é que as escolhas não precisam ser difíceis, desde que tenhamos foco no que realmente desejamos e no impacto que causarão em nossas vidas e na dos outros.Pois, a angústia que nos martiriza diante de "escolhas" é o medo de abrir mão das demais opções e das possíveis renúncias que advém dessa decisão. Porém, nada é definitivo, ad aeternum, ciosos de que sempre existirá a possibilidade de readequar novos caminhos e mudar o curso das coisas. Até porque, a maioria de nós, jamais ira se deparar com questões tão delicadas como a história explicitada na obra de Styron, "A Escolha de Sofia", em que uma mãe judia, sob o jugo de um oficial alemão, tem que escolher entre o filho e a filha, qual será executado.Portanto, as escolhas não precisam ser difíceis desde que tenhamos alguns cuidados tais como ter feito uma análise cuidadosa da situação em tela, elencar o que desejamos e principalmente descartar o que não queremos. Ainda, dedicar tempo as decisões que sejam fundamentais em nossa vida – a grande maioria envolvendo laços sociais - priorizando a díade: ser feliz e fazer feliz à mercê do que apregoe o ‘entorno’ que vivemos, seja social ou outro âmbito...Afinal, relacionamentos são uma excelente fonte de energia e felicidade, se você sabe com quem ter.

Faça seus anos valerem a pena e o que irá inciar, principalmente.

Desejo um feliz, abençoado e promissor 2016 à todos vocês, leitores desta página!

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Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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