27 de fevereiro de 2014


"De uma coisa podemos ter certeza:
de nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem os atropelos do destino,
aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer: Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa.

Basta você acreditar que nada acontece por acaso. Talvez seja por isso que você esteja agora lendo estas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais já estão por perto e você nem os notou ainda.
Lembre-se, que o universo sempre conspira a seu favor quando você possui um objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento."
19 de fevereiro de 2014

 

Ele me conheceu em preto e branco. E trouxe flores para o vestido que ele insistia em tirar a qualquer hora do seu desejo. Eu estava ainda presa no meu mundo paralelo de palavras e nenhuma certeza: tudo muito flácido, trêmulo, desgovernado. Ele me deu um passo firme em sua direção. E me ensinou a entrega mais genuína: eu que pensava ter em mim o abraço de todos os acolhimentos do mundo, só aprendera a ir embora à hora mais exata da aurora.

Ele me ensinou a querer ficar.
14 de fevereiro de 2014


                Esses dias visitando uma amiga me dei conta que uma das árvores mais lindas que eu já havia visto, não estava mais em seu quintal. Após questionar o motivo pelo qual a árvore havia sido cortada, ela me respondeu que apesar de sua beleza ela fazia muita sujeira, e assim optaram por “dar fim” na árvore.
            Fiz cara de inconformada e silenciei.
            Como pode uma árvore tão linda não compensar o trabalho de varrer a calçada uma vez o dia? Como pode a sombra de seus galhos não serem suficientes para que ela permanecesse lá? Como pode a beleza de suas flores não alegrar a vida de quem a admira?
            Assim, como o corte da árvore do quintal de minha amiga são diversas situações de nossas vidas.
            Abstemo-nos de viver situações agradáveis por conta de uma ou duas coisas que podem nos incomodar. Deixamos de buscar algo novo por medo do desconhecido. Acomodemo-nos e criamos raízes onde estamos por não saber ao certo aonde determinado caminho vai nos levar. Não adotamos um bicho novo, por medo de ter mais trabalho. Não levamos os filhos à pracinha para evitar aborrecimentos.
            Não vivemos um grande amor por medo de nos machucar. Optamos pela indiferença diante de algumas situações para não nos expor em outras. Vivemos em busca da felicidade sem notar que são as pequenas coisas responsáveis por nossas maiores alegrias. Almejamos o muito, mas muitas vezes nos satisfazemos com o pouco. Deixamos de nos encantar pelo canto dos pássaros, por conta do barulho que produzimos. Generalizamos as pessoas de tal forma que deixamos de acreditar em promessas e palavras.
            Vivemos a vida de forma tão corrida, que muitas vezes só enxergamos as folhas no chão, sem nos darmos conta da beleza das flores que está acima de nós.


                Em uma de minhas longas esperas diárias, tive a oportunidade de presenciar uma das cenas mais verdadeiras, cativantes e raras nos dias de hoje.
                Um senhor parado em meio à calçada pede às pessoas que estão passando por ele (inclusive a mim) algum trocado para comprar comida aos filhos.
                Das várias pessoas que passaram por ele, ninguém se compadeceu e tirou algum trocado pra ajudar aquele homem.
                Então, depois de mais ou menos 30 minutos, passou por ele um rapaz, bem apresentado, daqueles que pagam pinta de playboy, aqueles que erroneamente você, e eu julgamos à primeira vista que jamais iriam ajudar alguém. O rapaz passa por aquele homem, discretamente direciona o olhar à ele segue seu caminho.
                Passados alguns minutos o “playboy” volta carregando uma sacola com alguns alimentos, e entrega ao homem. O homem agradece e ambos seguem seu caminho.
                Uma atitude tão simples e ao mesmo tempo tão nobre deixa todos os que presenciam de olhares leves e pensativos.
                 Algo tão fácil de realizar, algo que necessitou do mínimo esforço de alguém, algo que não irá mudar a vida da pessoa que recebeu a ajuda, mas que mudou a vida daquele jovem que se dedicou em gastar seu tempo e seu dinheiro em ajudar o próximo. Um gesto simples que com certeza mudou o modo de pensar de todas as pessoas que puderam presenciar a doação e que se deixaram tocar pelo espírito da solidariedade.
                “Pequenos” gestos como esse, não irão acabar com a fome no mundo, tampouco eliminar a guerra e fazer desaparecer a miséria que nos rodeia. Mas estou certa de que são esses gestos que tornam as pessoas mais humanas, que tornam os dias mais alegres, que fazem o amor ao próximo valer a pena.
                São esses “pequenos” e extintos gestos que carregam e dão o verdadeiro sentido à vida.
9 de fevereiro de 2014




Amor ou vício?


“Concedei-nos Senhor, serenidade necessária, para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguirmos umas das outras.”

Reihold Niebuhr



Será que você gosta mesmo ou só está viciado(a)?
Não , você não entendeu errado, a pergunta é essa mesmo: É amor ou droga?

Alguns relacionamento são tão lesivos que consomem as pessoas como drogas e , como qualquer outro vício, às vezes é necessário até ajuda externa pra largar. E o pior, juramos por tudo que é mais sagrado que é amor. Não é!

Amor não machuca, não diminui, não humilha, maltrata, troca, nem muito menos prende… Amor, de verdade, nos faz crescer, nos faz querer sermos melhores não só para nós mesmos, mas para o bem de outra pessoa. O verdadeiro amor liberta!

Então, como em um tratamento de choque, experimente fumar aquele último cigarro, dar o seu derradeiro trago no “amor” e depois jogue o maço fora. Abandone-o de vez,esqueça, corte o mal pela raiz e nunca mais ouse a acendê-lo!

Diga não as drogas!

Afaste-se de gente complicada, simplifique sua vida a engrandeça seus pensamentos, abra seus horizontes. Viaje, caminhe, dance, trabalhe, divirta-se, cante,cozinhe, brinque, ria, faça amigos, leia um livro! Leia “Pimentas” de Rubem Alves, garanto que será um excelente “detox”!

Aí, um dia, como outro qualquer, você descobre que não é preciso muito para ser feliz, que ficar sozinho(a) não é o fim do mundo, e que aquilo que você achava ser a metade da sua laranja, era, na verdade, um abacaxi!

Então amigo(a), desapega, desintoxica e vai viver!

Bjks,

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Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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