31 de janeiro de 2013
"Me busco em músicas que dão ritmo ao que sinto de forma silenciosa e me busco em trechos de livros que revelam ideias que mantenho ainda embaralhadas. (...) Me busco quando me aquieto pra escutar meus pensamentos, que não são retos, certos, fáceis, e sim espasmódicos, contraditórios, provocativos, ora estão ao meu favor, ora estão contra, e por isso me desencontro. Então escrevo, me busco em frases feitas e frases inventadas, colocando uma palavra atrás da outra na tentativa de construir uma lógica, um atalho, uma emoção que eu consiga sustentar e repartir, e depois fecho o computador me busco no sono, nos sonhos, no inconsciente, do meu lado noturno, sombrio, quando perco a coragem e tudo me amedronta, a começar pelo fato de que o dia terminou e a busca não se encerrou, nem irá, porque esse tipo de busca não se encerra."


da crônica: Ferramentas de busca
29 de janeiro de 2013
Eu pretendia não abordar mais este assunto, mas eu não consigo, é mais forte do que eu...

OBS: MINHA OPINIÃO

Gente, sou Gaúcha com o maior orgulho, já não posso dizer exatamente assim com relação a minha nacionalidade. Tudo bem, as coisas quando tem que acontecer, acontecem.

Mas tem coisas óbvias que não enxerga quem não quer. Pagamos um imposto descabido, para tanto, esperamos estradas melhores, fiscalização adequada e cumprimento das leis (porque se não cumprirmos com as nossas obrigações, o bixo pega pro nosso lado) e tchê, quem mais nos cobra é quem menos cumpre.

Eu sempre fui bastante durona, é difícil me ver na lona. Lágrimas dos meus olhos, ihhh.. espere sentado para ver, mas quando acontece é difícil estancar.
Fique muito abalada.

Não estou procurando os culpados pela tragédia que vitimou tantas pessoas (mesmo porque não as trariam de volta, não amenizaria a dor, revolta etc.) e abalou nosso estado, nosso país e o mundo na madrugada de domingo, não tenho autoridade, nem muito menos informações para fazer qualquer acusação ou imputação de responsabilidad­es aos envolvidos. 

Neste momento em que a justiça deste país se vê diante da oportunidade de resgatar a credibilidade dos cidadãos, é fundamental que se investigue todas as responsabilidad­es e se promova um choque de ordem não somente nesta área de eventos e entretenimento que, cada ano mais, cresce em geração de emprego, renda e "cultura" no país, mas em todas as outras que nos cercam e nos atingem diariamente nos fazendo reféns e vítimas de uma ordem quem nem eles mesmos são exemplo. 

Encerro este assunto com um trecho de uma obra do poeta inglês, que eu curto 'pacas' - John Donne:

“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. Por isso não perguntes por quem os sinos dobram: eles dobram por ti”. 
23 de janeiro de 2013

 
 


Lido razoavelmente bem com frustrações; sofro os cinco dias protocolares, e depois retiro delas alguma lição que me torne mais aderente a decepções futuras...


Na verdade não pretendO colecionar essas benditas frustrações para quebrar meu record de resistência. Se pudesse não sofreria mais nenhuma. Mas isso equivaleria a não estar mais disposta a viver. Então que venham as danadas. Uma de cada vez, que sou forte, mas não sou duas...


(inspirado em Marta)

Enquanto minha súcia se dá bem, pega um motelzinho básico com baita macho de 2m de altura e acorda com a pele bonita, eu, to com as teias igual a Mortícia Adms!!!
Tudo bem, deve ser só uma fase, mas meus  hormônios femininos estão me fazendo pirar!
Tá, tá eu também não me ajudo.. mas meooo nada me tira a calamaria e ó, quisera eu ver uma cara que eu pensasse: Ah, te quero na minha cama ou em qualquer outro lugar, mas te quero. Sabe?
Só que até agora... pffffff.. tá feio!
21 de janeiro de 2013
*
 texto de uma rapaz extraído de uma rede social..
(identidade preservada)

Primeiramente, você chega à balada e observa que metade das mulheres estão com um vestido que parece uma toalha enrolada ao corpo, já a outra metade está com uma regata branca, um casaquinho de couro, saia alta, uma bolsa transversal e o insistente 212, mas até aí tudo bem pois o uniforme faz parte.

Não muito distante disso você vê alguns homens com uma camisa polo com “número 43” nas costas, barriga saliente e com as mulheres mais bonitas da festa. Alguns gastando dinheiro que não tem, outros gastando por gastar e outros como eu agora, pensando em como funciona tudo isso…

Nesse instante por algum motivo você se sente diferente daquelas pessoas.

Culturalmente instruídos a sempre segurar um copo na mão seguimos o nosso caminho em busca de algo que no fundo não sabemos se realmente faz sentido.

Alguns caras querendo se divertir e outros numa disputa inútil para ver quem é o mais frouxo. Frouxo simplesmente por não conseguir pegar uma mulher só com o papo, por não saber jogar esse jogo de homem pra homem, mas novamente até aí tudo bem pois cada um usa as armas que tem.

Em meio a tudo isso me pergunto: onde está a conquista? Cadê o sorriso? Cadê o charme, o ato de arrancar um sorriso sincero, de você ficar com a mulher por ter falado a coisa certa na hora certa, sem sensacionalismo­ só acho que as coisas não estão e nem estará ali. De forma alguma estou dizendo que não gosto de balada ou que balada é algo de pessoas “vazias”, mas infelizmente na maioria das vezes é isso que eu vejo, mulheres que só querem levantar seu ego e homens que acham que baixar um litro de bebida lhe faz ser o macho “alpha “da festa.

Cada vez mais as pessoas têm a necessidade de mostrar ser uma coisa que não são e principalmente terem seu ego exaltado, agora só falta elas perceberem que isso não leva a lugar nenhum.

Chegamos num ponto chave da sociedade, onde máscaras valem mais do que expressões,
garrafas de bebida em cima da mesa valem mais do que apertos de mão e companhias falsas valem mais do que uma conversa sincera com a menina menos atraente da festa.

Por fim entenda que você pode ser uma pessoa super charmosa, educada, inteligente ou qualquer outro adjetivo, mas se a outra pessoa não for equivalente ela não irá perceber o quão valiosa você é.





Em tempos, supostamente, tão difíceis, a gente encontra aconchego em coisas tão simples. Eu tenho essa mania, esse defeito horroroso, de analisar tudo demais. E um grande amigo - desses que você conhece há apenas seis meses mas se identifica loucamente - me disse de forma muito clara que as melhores coisas da vida acontecem quando você se permite deixar acontecer. Se você quiser fazer algo, faça. Se quer dizer algo, diga. Ser honesto com si mesmo rende bons frutos. E, olha, não vou dizer que sou disciplinada e forte o suficiente pra já ter adotado a prática pra vida, mas posso afirmar que estou tentando.
16 de janeiro de 2013
O sexo ' que se diz 'forte' vive reclamando que, ou mulher é oferecida ou é emotiva.
Tchê, não dá pra entender nunca estão satisfeitos!
pegam santinha/romantica: ".. ah, não faz meu estilo."
Pegam safadinha/ assanhada: "... ah,deve dar pra todo mundo."

Queridos, machos, barbados, galãs, garotos, manossss, que lêem este blog:
Não existe uma romântica puritana. Mexe com os instintos pra ver?! Não tem safadinha que não sonhe com véu e grinalda, que não goste de flores! Tcharammmm...
Se você se pergunta: Mulheres são seres emocionais ou sexuais?
SÃO OS DOIS, depende quem estimula!


DESESPERO! Enquanto como minha salada de frutas, no restaurante de todo dia, descubro que estou no limiar da sanidade.

Eu estou gorda, o mundo é gordo e pra onde quer que eu olhe tem gente gorda. Mas o incontrolável desespero nem vem do fato de todo o mundo ser Preta Gil pride, e sim de que minhas roupas mais “legauzinhas” não me caberem mais e eu não ter dinheiro para comprar roupas novas, em um impulso criativo fiz do lençol a blusa que estou usando hoje.

Se isso já não fosse o problema em si, já o motivo para me jogar da ponte do Rio das Antas, to com a possibilidade iminente (passagem comprada O.ô) de ir para Curitiba em Maio, para uma convenção do meu trabalho - e não tenho roupa direita, dinheiro e qualquer dignidade.

Tenho vontade de quebrar todos espelhos!

Estive pensando em fazer a linha mendiga, mas acho que meus chefes não iam gostar muito. Tem também a linha distraíiiiida, onde posso fingir que esqueci tudo, até de colocar os sapatos porque estou nervosa com a apresentação; porém não sei se consigo manter o carão. ¬¬

Como estou ansiosa por estar gorda e sem roupa, resolvo esse problema comendo um saco de biscoito de polvilho, salgadinhos e outras porcarias..

Ahá.... já vislumbro a solução: Pegar o que restou de minha dignidade e amor próprio, pedir um vale e comprar roupas e sapatos decentes. (e depois vender o corpo para pagar...)
15 de janeiro de 2013

E aí você aposta as ficha novamente, e acredita que dessa vez poderá ser diferente , e paga pra ver. E vai. E dá a cara a tapa.
E você só precisa de um sinal, uma carta branca, um pedido de “fique aqui comigo”. E o sinal não é emitido, e a carta não é dada e o pedido não chega.
Então você é obrigada a se recolher e mais uma vez torcer pra ele sentir sua falta.

Então, caros leitores, dia desses me manda uma mensagem um distinto Sr. Casado, propondo um convite (...), dizia estar em crise (zzzzzz.... dormi)  dizia da necessidade de se aproximar da moça aqui.. (sabe-se lá porque cargas - devo ser irresistívelll-- hahahha) mas que não estava de todo infeliz.
Putz, mas que espécie é esta? Catalogada já, porque o que existe de bobão por aí deste estilo é coisa de louco, só que não sei se o nome da espécie é filhodaputa ou cafajeste mesmo.
Acho que que não adianta nada, ter uma aliança de ouro e um relacionamento de lata.
Coitada da mulher que pensa que faz o seu homem feliz.

Gentem, não é porque eu sou bem humorada e seguidamente externo isso aqui no blog, que tudo na minha vida seja só gargalhadas ou sarcasmo. Tenho um pouco de dificuldade de falar sobre assuntos “sérios” aqui porque não sei utilizar bem as palavras para falar de coisas mais “interessantes” que minha conta bancária. (que é uma piada!)

Infelizmente não podemos culpar o mundo por nossas escolhas, nossas falhas ou nossos deslizes, somos o tempo inteiro responsáveis por tudo o que nos acontece, situações boas ou ruins.

Mas ter responsabilidade sobre a própria existência não é algo  fácil, é ter que admitir para si que foi escolha sua comprar um sapatinho aqui, pela internet (estes malditos sites que facilitam a vida), ficar sem dinheiro alí, ou coloque qualquer outra situação de sua vida aqui. É perder a quem culpar. É não poder delegar o poder te fazer feliz para outra pessoa. É saber que você está sozinha (o) na sua jornada, mesmo que algumas pessoas possam te acompanhar por um tempo.

Quando você se descuida, você opta por não cuidar, certo e óbvio? Quisera eu que todos  pensassem assim, pois o que mais ouço é gente reclamando que a vida é uma merda, que a alta do dólar, crises nos países, atentados ao Afeganistão etc.

Sinto muito lhe informar leitor, que tudo parte e finaliza em você, somente em você, até o que você pensa que não tem influência... tem.

Vamos esquecer The Secrets e PPS de felicidade extrema, mas eu te pergunto hoje o que você tem feito para melhorar sua existência? E a dos seus semelhantes? Não sou a boa samaritana, mas gente eu me coloco no meu lugar!

O que você quer saber que as pessoas dizem sobre você? Acredito fielmente que não precisamos ser “bonzinhos”, até porque eu odeio ser boazinha – acho que se conseguíssemos ser apenas honestos – conosco – muitas situações podem ser modificadas.

Não pensem que eu ando lendo livro de auto-ajuda, apenas eu sei todos os dias que tenho a opção de mudar tudo ou continuar na mesma, se eu continuo na mesma, dia após dia é porque sei que não estou em condições no momento de mudar, mas não minto para mim, sei que quando puder, farei. É importante lembrar que a opção sempre é nossa. E nunca estamos sem opção nenhuma.

A responsabilidade pela nossa vida é muito “pesada”, mas quando você descobre que isso é uma verdade, se sente livre, pois tem todas as ferramentas para fazer diferente. Se assim você quiser.

Não me chames estrangeiro

só porque nasci muito longe

ou porque tem outro nome essa terra de onde venho.

 

Não me chames estrangeiro

porque foi outro o meu seio

ou porque ouvi, na infância, outros contos noutras línguas.

 

Não me chames estrangeiro

se, no canto e no beijo de uma mãe,

tivemos a mesma luz e o mesmo amor

com que elas nos sonham iguais quando nos têm contra seu peito.

 

Não me chames estrangeiro

nem perguntes donde venho;

é melhor saber para onde vamos,

para onde o tempo nos leva.

 

Não me chames estrangeiro

porque o teu alimento e o teu calor

acalmam minha fome e meu frio e o teu teto me convida.

 

Não me chames estrangeiro!

Teu trigo é como o meu trigo,

o teu fogo é como o meu fogo, tua mão é como a minha

e a fome nunca avisa: vive a mudar de dono.

 

E me chamas estrangeiro

porque outro caminho me trouxe,

porque nasci noutra terra, porque conheço outros mares

e parti, um dia, de outro porto...

 

Mas são sempre, sempre iguais os lenços da despedida,

iguais as pupilas sem brilho dos que deixamos distantes,

iguais os amigos que nos chamam

e também iguais o afeto e o amor

de quem sonha com o dia do regresso.

 

Não me chames estrangeiro!

Trazemos o mesmo grito,

o mesmo e velho cansaço

que sempre arrastou o homem

desde os remotos tempos sem fronteiras,

quando ainda não havia os que hoje dividem e matam,

os que roubam, os que mentem,

os que vendem nossos sonhos

e os que inventaram, um dia, a palavra: estrangeiro.

 

Não me chames estrangeiro!

É uma palavra triste, gelada,

e que tem cheiro de esquecimento, de exílio...

 

Não me chames estrangeiro!

Olha o teu filho e o meu

como correm de mãos dadas até ao fim do caminho.

Eles não conhecem línguas,

nem limites, nem bandeiras

e seus risos, como pombas, os fazem voar aos céus, em grupos.

 

Não me chames estrangeiro!

Vê teu irmão e o meu,

com o corpo crivado de balas, beijando o solo de morte.

Não eram estrangeiros e conheciam-se desde sempre,

pela eterna busca da liberdade...

E, livres, os dois morreram.

 

Não me chames estrangeiro!

Olha-me nos olhos

além do ódio, do egoísmo e do medo,

e verás que sou igual a ti... Humano!

 

Não posso ser estrangeiro

 

O moço não sabe, ninguém além da menina sabe o bem que ele tem feito.

Quantos sorrisos, quantos suspiros... grandes e intermináveis suspiros...

Conversas gostosas, endereços trocados, fotos, um pouco de mistério, sonhos... Desejos, ansiedade, frio na barriga!

Um país de distância que não diminui em nada a vontade , esta gigante vontade de querer o encontro, o abraço.

Pra logo, pra sempre, pra ontem.

Moço vem, menina vai...
4 de janeiro de 2013

Eu sei, tenho mesmo esse meu jeito maluco, tenho mesmo essa minha maneira diferente de agir, tenho uma mania chata de intimidar as pessoas.
Gosto de barulho, de cores , de amores. Gosto de gritos, de bagunça, de rumores. Gosto, raramente, de silêncio. Gosto de companhia , mas quase sempre me basto.
Não odeio ninguém a primeira vista , nem me apaixono de tal maneira. Mas se nos primeiros cinco minutos de papo você for contra qualquer uma de minhas teorias, seus pontos passam para o negativo e se for a favor de mais que duas, igual será sua pontuação.
Eu gosto de gente que fala , amo quem apenas escuta , mas me apaixono por aquelas que  sorri de canto de boca.
 Não sou o tipo que consegue esconder algo por mais de dois encontros, logo logo você saberá tudo que tem interesse sobre mim. Sou um livro aberto e raramente me fecho. Mas quando fechada terá que buscar as chaves no fundo dos mares.
 Sou gulosa, impulsiva e cheia de certezas. Mas vou recusar qualquer convite para jantares a dois, e vou fazer isso após pensar por algumas horas e depois me perguntar se fiz o certo.
Sou azeda quando acordo e logo seguida me adoço com um bom dia.
 Sou metida, briguenta, neurótica. E acredito que essa é 50% da minha composição.
Os outros 50 %  sou charme, estilo, histórias, carinhos, afagos, surpresas, desejos, caretas ,abraços e fascinação.
Sou dança e música. Ou será, música e dança? Não vivo sem uma, tão pouco me imagino sem a outra.
Não vou aceitar tomar uma cerveja com você, se você já não tiver tomado uma cerveja comigo. Não é uma questão de poder, é só uma mania minha.
Manias não me faltam.
Mania de ler o jornal de trás pra frente. Mania de comer uma fruta no meio da tarde. Mania de estalar os dedos. Mania de andar descalça. Mania de olhar pra lua. Mania de sorrir do outro lado. Mania, mania e mais manias.
Viu sua cerveja não tem nada a ver com poder. É só mania mesmo.
Não sou de poucas palavras, mas sou de quem as mereçam.
Sou complicada mesmo , mas se quiser me peça pra simplificar. Não vou recusar um pedido desses.
Me dedico em conhecer as pessoas.
Mas,tenho que confessar, sou mesmo de quem se dedica em me conhecer. 





..Um dia acontece, a gente tem que crescer
Temos que encarar a responsa
Eu não deixei de achar graça das coisas
Simplesmente...
Hoje eu quero ser levado a sério
As coisas mudam sempre, mas a vida não é só como eu espero
Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você..
[Charlie Brown Jr]
3 de janeiro de 2013

Gente,
Só pra deixar claro: SOU SOLTEIRA.
Não tenho obrigação de ficar atendendo telefonemas, retornando mensagens e viver em função de homem né?!!
Tem cidadão que me liga, SE eu não atendi na primeira o que leva o cidadão imaginar que eu vou atender nas próximas 9 chamadas que ele fizer?
Se eu não respondi email no dia seguinte (é óbvio que eu li) o que leva o vivente imaginar que lotando minha caixa vai receber algum sinal de vida meu?

C E T O C O L né... peloamordedeus..


Vamos fazer o seguinte: Eu sigo por aqui e você caminha para o outro lado. Assim a gente evita se esbarrar, evitando que eu tenha recaídas e de voltar a estaca zero. Todo fim nunca acaba de primeira, sempre se prolonga, para um só ou pros dois. De forma diferente ou igual. Mas tá lá, persistente e penoso.

Tá certo que no começo é tudo muito confuso, muito disse me disse, muito sentimento misturado, muita novidade presa a um passado recente. E eu achava normal te encontrar em uma festa e no decorrer da noite ficarmos por apenas algumas horas, sem telefonema no dia seguinte e com direitos a desabafos com minhas amigas.
Sei lá, devia fazer parte do ciclo, ir se desprendendo aos poucos.

A questão é que eu percebi que era exatamente o contrário que estava acontecendo, eu estava me sentindo cada vez mais agarrada a nossa história e de uma forma pior do que antes. Faltava comprometimento­ da sua parte e sobrava ilusão da minha. Por isso eu tô aqui. A questão é que pra desapegar de vez, é preciso terminar também de uma vez. É preciso distância e foco em outras coisas. E que saber? Estou confiante. Quero sair em busca da chave que vai abrir o cadeado da corrente que me prendia (ou prende) enfim..

Sabe aqueles fantasmas que ficam aparecendo na mente (geralmente a noite)? pois bem, tenho o Antídoto, se Deus quiser eles vão evaporar...
Quem sabe assim, colaboração mútua resolve o problema e você me deixe viver e ainda de quebra, seja feliz.

Quem sou eu

Minha foto
Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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