22 de junho de 2013
sábado, junho 22, 2013
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Cada acorde em seu lugar
Sou
suspeita em usar a palavra amor, basta que uma cena de casal apaixonado passe
na televisão e já é suficiente pra ter minha total atenção. Basta um pequeno
trecho, em uma página qualquer, sobre um casal apaixonado e o livro passa a ser
meu mais novo companheiro. Basta passar por um casal jovem sentado no banco da
praça, e já suspiro sem notar.
Me
encanta o amor de dois jovens, que acabam de se conhecer e juram amor eterno.
Encanta-me o amor “velho” que jamais vai morrer. Me encanta aquele amor de mãe
que olha nos olhos da filha e silencia. Amor de pai que vibra no gol do filho
caçula. Me encanta aquele que grita sua força aos ventos e emudece em um abraço.
Amor
que nem todo o dinheiro do mundo será capaz de pagar e que jamais, em momento
algum, poderá ser avaliado.
Amor
que busca na felicidade do outro, motivos pra sorrir. Amor que busca no
sofrimento do outro, forças para seguir em frente. Amor que nada busca, porém
se mantém satisfeito.
Aquele
amor chamado próprio, que luta pra não se entregar. Aquele
que se demonstra em público e aquele que não sai de dentro. Encanta-me aquele
amor que jamais foi declarado e aquele que jamais será necessário ser dito.
Amor
que vem e fica. Ou aquele que vai e volta. Aquele que não tem tamanho e aquele
que está devidamente embalado. Amor cuidadoso ou aquele impulsivo. Amor de
gente. Amor que sente.
Amor
indicado ou, raramente, aquele contra-indicado. Amor de mentira, e essencialmente,
amor de verdade. Amor livre ou amor
prisioneiro. Aquele que inova e aquele que renova. Aquele que aprende. Aquele
que te deixa vivo. Aquele que te liberta.
E
se nenhum desses amores forem suficientes, apenas isso me resta dizer.
Como
diz meu ídolo, Carpinejar: “Liberdade na vida é ter um amor para se prender!”
(Texto publicado na Edição 363 do Jornal Gazeta regional- Serafina Corrêa -21/06/2013)
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Quem sou eu
- Cada acorde em seu lugar
- Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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