30 de outubro de 2012



Algumas coisas em minha vida ficam sem explicação, sem definição. Ficam sendo aquela pulga atrás da orelha. Se tornam o ponto de interrogação que ignoro.
Não busco tanta explicação pra algumas coisa, isso só dificulta a aceitação. Prefiro ficar na dúvida do porque ao ter a certeza do que não há nexo.
Não vejo isso como ignorância , vejo isso como respeito a uma decisão.

28 de outubro de 2012
-Talvez só esteja pensando em alguém...
-Em quem? alguém do quadro?
-Não... alguém que encontrou outro dia na rua, e sentiu que eram parecidos.
-Hum... em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com os que estão presentes...
-Talvez ela só queira arrumar a bagunça da vida dos outros.
-Mas e ela? E a bagunça da vida dela? Quem vai por ordem?

(Do filme "O fabuloso destino de Amélie Poulain")
27 de outubro de 2012
Não sei mais o que fazer das minhas noites durante a semana. Em relação aos finais de semana já desisti faz tempo: noites povoadas por pessoas com metade da minha idade e do meu bom senso. Nada contra adolescentes, muitos deles até são mais interessantes e vividos do que eu, mas tô falando dos de "fabricação em série".
Tô fora de dançar os hits das rádios e ter meu braço ou cabelo puxado por um garoto que fala tipo assim, gata, iradíssimo, tia. Tinha me decidido a banir a palavra "balada" da minha vida e só sair de casa para jantar, ir ao cinema ou talvez um ou outro barzinho cult, desses que tem aberto aos montes em bequinhos charmosos. Mas a verdade é que por mais que eu ame minhas amigas, a boa música e um bom filme, sinto falta de um amor. Já tentei paquerar em cafés e livrarias, não deu muito certo, as pessoas olham sempre pra mim com aquela cara de "tô no meu mundo, fique no seu".

Tentei aquelas festinhas que amigos fazem e que sempre te animam a pensar "se são meus amigos, logo devem ter amigos interessantes". Infelizmente, essas festinhas são cheias de casais e um ou outro esquisito desesperado pra achar alguém só porque os amigos estão todos acompanhados. Tô fora de gente desesperada, ainda que eu seja quase uma.

Baladas playbas com garotas prontas para um casamento e rapazes que exibem a chave do Audi, tô mais do que fora. Baladas playbas com garotas praianas hippie-chique que falam com voz entre o fresco e o nasalado (elas misturam o desejo de ser meigas com o desejo de ser manos com o desejo de ser patos) e rapazes garotos-propaganda Adidas com cabelinho playmobil, também tô fora. MUNDO IDIOTA.
O que sobra então? Barzinhos de MPB? Nem pensar. Até gosto da música, mas rapazes que fogem do trânsito para bares abarrotados, bebem discutindo a melhor bunda da firma e depois choram "tristeza não tem fim, felicidade sim" no ombro do amigo têm grandes chances de ser aquele tipo que se acha superdescolado só porque tirou a gravata e porque fala tudo metade em inglês, ao estilo "quero te levar pra casa, how does it sound?" Para dançar, os muquifos eletrônicos alternativos são uma maravilha, mas ainda que eu não seja preconceituosa com esse tipo, não estou a fim de beijar bissexuais sebosos, drogados e com brinco pelo corpo todo.

Tô procurando o pai dos meus filhos, não uma transa bizarra!
Minha mais recente descoberta são as baladinhas também alternativas de rock. Gente mais velha, mais bacana, roupas bacanas, jeito de falar bacana, estilo bacana, papo bacana. Gente tão bacana que se basta e não acha ninguém bacana. Na praia, quem é interessante além de se isolar acorda cedo, aí fica aquela sensação (verdadeira) de que só os idiotas vão à praia e às baladinhas praianas.

Orkut, MSN,facebook e chats. Me pergunto onde foi parar a única coisa que realmente importa e é de verdade nesta vida: a tal da química.
Mas então onde, meu Deus? Onde vou encontrar gente interessante? O tempo está passando, meu ex já ta quase casado, minhas amigas já estão quase todas pensando no nome do bebê. E eu?
Até quando vou continuar achando todo mundo idiota demais pra mim e me sentindo a mais idiota de todos? Foi então que eu descobri.

Ele está exatamente no mesmo lugar que eu agora, pensando as mesmas coisas, com preguiça de ir nos mesmos lugares furados e ver gente boba, com a mesma dúvida entre arriscar mais uma vez e voltar pra casa vazio ou continuar embaixo do edredom lendo mais algumas páginas do seu mundo perfeito.

A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?
Pra mim essa história de não querer ver, não ter contato, não querer falar sobre, é coisa de gente que não se aguenta. O nome disso é ponto fraco. Eu até respeito e tento entender o outro lado da moeda, afinal de contas toda história tem dois lados. Mas alguns deixam a desejar, e é praticamente impossível compreender. Sabe aquele tipo de pessoa que tenta passar uma imagem que não se parece em nada com o que é de fato? Então, esse mesmo.
A tal da invenção de personagens pra se sair por cima. Tá sempre tudo muito lindo, se divertindo horrores, mas na hora de botar a cabeça no travesseiro, a consciência pesa. E olha, não deve pesar pouco não. Mas tudo bem, cada maluco com sua solução.
O que eu acho patético é alguém fingir que não tá nem aí pra nada, e na primeira oportunidade demonstrar o contrário. Botemos a cabecinha pra funcionar. Se uma coisa não afeta mais, ela vai ser totalmente indiferente pra você. Você pode estar no mesmo metro quadrado que a pessoa, ela nem vai notar a presença, muito menos se sentir incomodada a ponto de não conseguir ficar no mesmo lugar. Se fosse há um tempo atrás, acho que me sentiria mal com isso. Hoje acho divertido. É divertido ver o tamanho da hipocrisia alheia, o teatro, a falta de maturidade. A Globo não tem noção do quanto tem gente talentosa aqui por trás das telinhas esperando ser descoberta. Nunca fui de negar o passado, menos ainda as pessoas que fizeram parte dele. Tenho pena de quem não sabe reconhecer o valor dos momentos e dos que contribuíram pra eles durante um tempo. São nessas horas que percebemos com quem estamos lidando.
Felizmente ainda existe gente nessa vida pra provar que dá pra se manter de pé o que foi construído no passado e hoje, por opção do destino, não faz parte do seu presente. Não é porque terminou uma história, que o laço foi cortado. Pelo contrário, amarrado ou não, tem laços que não só podem, como conseguem durar a vida toda. Tiro o chapéu pra esses.


Quando parei de chorar e parei de me sentir invisível, quando o aperto no meu coração de tão intenso e quente evaporou minhas lágrimas, as coisas boas começaram a acontecer!

Entendi que o que parecia medo era a coragem me dando as boas-vindas, me acompanhando naquele recuo solitário, quando aprendi que toda escolha requer ousadia.

Vamo que vamo, a VIDA É BELA!
25 de outubro de 2012
Eu tenho essa mania de acreditar  à primeira vista, tenho essa mania (que as vezes me engana) de confiar sem precisar de fatos. Tenho mania de esperar por atos. Mania de simpatizar com o olhar da pessoa. Basta um olhar fundo e eu me entrego. Entrego em mãos meus desejos, entrego em mãos meus sonhos.
 Basta um toque delicado acompanhado de um beijo na testa e eu fico bamba. Bamba de amor, bamba de temor.
Basta uma ligação sem motivo e pronto não consigo me conter. Sorrio de canto de boca e logo me entrego.
Entrego meu amor, entrego meu carinho, entrego meu caminho. Basta pegar na minha mão e eu flutuo. Flutuo aos braços dele.
Basta uma carta branca e me torno parte de seu dia, de sua noite, parte  de seu corpo. Basta uma lembrança de seu rosto e eu sorrio involuntariamente. Basta algumas horas juntos e refaço todos os minutos em minha mente. Basta ele sorrir pra mim e eu de novo me derreto.
Me derreto de amor. Me derreto de desejo. Me derreto de suor.
Basta ele chegar de mansinho, pegar na minha mão , que eu fecho os olhos e vou com ele pela contra-mão.
24 de outubro de 2012
Bom, não é novidade que sou louca aprecio livros daí  em leitura ao 'Ensaio: O livro' do Jorge Luís Borges o trecho define tão sinteticamente o habito da leitura, o mundo imaginado, o que desejamos, às vezes até o que passamos. Pontos de vista que de uma forma ou outra resgata, cotidiano, e por sua vez nos remete a outros tempos.

"Dos diversos instrumentos do homem, o mais assombroso é, indubitavelmente, o livro. Os outros são extensões do seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da vista; o telefone é o prolongamento da voz; seguem-se o arado e a espada, extensões do seu braço.
Mas o livro é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação.
Em «César e Cleópatra» de Shaw, quando se fala da biblioteca de Alexandria, diz-se que ela é a memória da humanidade.
O livro é isso e também algo mais: a imaginação. Pois o que é o nosso passado senão uma série de sonhos? Que diferença pode haver entre recordar sonhos e recordar o passado? Tal é a função que o livro realiza.
(...) Se lemos um livro antigo, é como se lêssemos todo o tempo que transcorreu até nós desde o dia em que ele foi escrito. Por isso convém manter o culto do livro. O livro pode estar cheio de coisas erradas, podemos não estar de acordo com as opiniões do autor, mas mesmo assim conserva alguma coisa de sagrado, algo de divino, não para ser objeto de respeito supersticioso, mas para que o abordemos com o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria"
23 de outubro de 2012
Sinto saudades de um amor.
Sinto saudades daquelas ligações no meio da noite sem motivo algum. Das ligações quando o único motivo é contar que sonhou comigo.
Sinto falta de alguém suspirando ao pé de meu ouvido que estava com saudades. Sinto falta daqueles abraços demorados logo pela manhã e daqueles abraços apertados a noite.
Sinto falta de alguns bilhetinhos espalhados pelo quarto antes de deitar, sinto falta de beijos de agradecimento. Sinto falta de não fazer nada e poder sentir tudo.
Sinto saudades daqueles dias que as horas passam devagar e aos minutos parecem andar para trás.  Sinto falta daquele frio na barriga que aparece quando meu amor está por chegar.
Sinto falta daqueles passeios de mãos dadas e daquelas noites  agarradas.
Sinto falta de alguém pra brigar . Sinto falta da cobrança que só quem ama pode dar. Sinto falta de vestir sua camiseta e ser chamada de linda.
Sinto falta de afagos no final. Sinto falta de ver algo começar.
Sinto falta de alguém me pedindo pra ficar.
Sinto saudades de ser de alguém. Alguém que me chame de minha. Só minha.
Sinto falta dos beijos de reencontro. Beijos de desejo. Beijos de respeito. Beijos seguidos de beijos.
Sinto saudades de mãos com carinho me tocando.
Sinto falta das mensagens de bom dia e dos telefonemas de boa noite.
Sinto falta do suspiro de alívio. Sinto falta do colo de conforto. Sinto falta de intimidade.
Sinto falta de um AMOR, tal como amo minha liberdade.
22 de outubro de 2012
Onde será que enterraram os restos mortais do romantismo?
Ando tão cansada de bancar a mulherzinha moderna, super-heroína, aquela sem interesse em compromissos, em relacionamentos sérios,  que estou pronta pra incorporar a paleontóloga e escavar onde for para resgatá-lo. É de admirar-se a falta de sensibilidade que acomete algumas pessoas da “nossa” geração. (re)inventamos o verbo "ficar" e somos nós que ficamos na mão quando o desejo de oficializar quaisquer namorico aparece. Quero de volta notar o rubor nas bochechas da pessoa que me encontra; reconhecer um brilho diferente no olhar do outro quando estes com os meus se cruzam. Sem pieguices, que também não sou dessas, mas meu eu-afetuoso está cansado de ser massacrado pela secura das relações que me cercam. Quero andar de mãos dadas em algum parque nas tardes de domingo. Sentir novamente um nervoso antes de ter meus lábios tocados por alguém especial pela primeira vez. a folia da micareta não faz sentido no mundo. eu quero alguém que me dê flores, mesmo sendo amigo. Alguém que me escute, e não queira apenas fazer sexo. Poder recitar poesias de amor sem parecer clichê. Nada de clarice, nem caio, nada profundo, conturbado, nem moderno e contemporâneo. Eu quero  o sofrimento do Werther, de Goethe, que se mata em nome de uma paixão inconcebível. Ou da Isolda, de Wagner, que ao encontrar seu tristão morto, sucumbe à morte de tristeza pois não suportaria a vida sem o seu verdadeiro amor. há dias que simplesmente acordamos assim, querendo amar, querendo morrer. ter o que sentir na carne, na alma, na vida offline. Eu hoje quero um amor a moda antiga e não apenas alterar meu “status” de relacionamento das redes sociais das quais participo. se amanhã ainda estarei assim, não sei. Sei que neste momento quero o mesmo amor de camões: aquele que ardia sem se ver, doía sem doer, nunca contentava-se de contente, ganhava ao se perder..
15 de outubro de 2012
“...e então depois daquele aceno ele partia deixando para trás a mulher de sua vida e levava consigo apenas o aperto de seu peito...”
Ele não tem explicação para suas decisões e também não tem bons motivos para suas atitudes. Tem apenas algumas perguntas sem respostas seguidas de respostas sem perguntas. Ele não seguiu seu coração, tão pouco o deixou de lado.
Hoje seu peito  carrega o peso da distância sem o  motivo da separação.
Ela parece ser maluca, e foi isso que a fez para ele ser diferente. Nada nela está pronto, nada nela está definido. E isso  o faz querer tê-la para si.
Atitude foi a palavras que o fez se encantar.
Separados sem motivos cada um seguiu seu caminho. Nada resta  por fora, nada está para trás. Na aposta dos amigos não há vencedor.
Por fora não há mais eles. Mas ele ainda a busca em suas lembranças, ainda a traz para perto de si. Pode falar do sentimento que tem por ela sem receio algum, ele ainda sonha em poder fazer dela a sua mulher.
Ele nada faz pra mudar a situação e suas palavras perdem a força diante de seus medos.
Ela, talvez, só espera ele pegar na sua mão e pedir pra ela ficar. Ele, talvez, só espera ouvir que ela está voltando.
Só eles sabem o que sentem, e talvez, a única coisa que esperam é o sentimento passar.
Eles tem como conforto a distância. Eles tem como recurso as lembranças.
Eles são apenas , mais duas pessoas separadas sem motivos. 
Ela, tenta voltar para perto dele. E então ele depois daquele aceno parte deixando para trás a mulher de sua vida e leva consigo apenas o aperto de seu peito.
14 de outubro de 2012
Gente a nível de informação e de retorno mesmo EU AINDA ESTOU VIVA !
Pois então sei o quanto ando ausente do BB e o quanto vocês sentiram minha falta, mas ando tão desapaixonada que não valeria a pena gastar a tinta da minha caneta.
Eita vidinha bem mais ou menos.
Ando fazendo da dança a minha maior e melhor paixão. Alguns passos para a direita, alguns sarandeios para a esquerda e a alma está renovada. Algo como poder tirar férias do mundo.
Porém esse último final de semana merece ser registrado.
Reunir amigos, matar a saudades e “perder” o tempo.
Se não bastasse a fidelidade da amizade tivemos também a felicidade do encontro.
Algo como juntar a turma e ir em busca de diversão. E assim foi.
Além dos momentos com os amigos, tive o prazer (ou desprazer!!) de um novo affair no percurso. Não,não se alterem mulheres, foi algo apenas pra deixar mais claro de que homem é algo sem explicação.
AHAM, se não bastasse todo meu receio de um novo envolvimento o cara completa a lista de          “ Coisas que só um homem pode fazer por você” com um bom dia matinal ao vivo e em cores seguido de um boa noite beijando outra, bem assim, estampado na minha cara!! Não vou mentir e dizer que não estava preparada pra uma atitude dessas, mas tchê ele podia ter dado um intervalo maior que apenas quinze horas!!!
Também tive o prazer de prestigiar um dos melhores shows da minha vida. Algo que economiza comentários. I-N-E-N-A-R-R-Á-V-E-L !!!
Mas acreditem, apesar de todos esses tragos e estragos 20 minutos de conversa fizeram meu final de semana encerrar com chave de ouro.
“E não é que o amor nasce pra todos!?”
Tive o encanto de ler uma pequena parte de uma grande história de amor. (Confesso que vou ter que confirmar se o papo foi real mesmo!!!)
Gente o cara é um galinha de marca maior, e aí vem me falar que quer acreditar que a princesa em questão não é a mulher da vida dele.Vem e anuncia que sente um aperto no peito toda a vez que a vê e não pode tocá-la. Que o que mais quer é tê-la de volta. Que só se deu conta de o quanto gosta dela depois que a perdeu.
Eiiiiii alguém me belisca por favor.
 Isso ecxiste mesmo??
Pois bem, eu no outro lado da tela igual a uma manteiga derretida faço uma promessa pro cara. 
Agora estou eu aqui buscando detalhes entre palavras pra quem sabe poder ajudar.
Mas gente vamos deixar isso para amanhã, porque  a princesinha aqui precisa voltar a sonhar.
Boa noite galera!!
3 de outubro de 2012


Eu não acredito em mudanças porque um novo mês chegou.
Não é porque Maio, Setembro ou Dezembro chegou que eu deva retentar ser feliz. Também não acredito que aniversário, Ano Novo, Natal ou Carnaval possam mudar meus conceitos sobre vida e meus sentimentos. Não irá me mudar em nada, porque datas são apenas datas, não há mágica! Eu vivo sem contar dias. Eu não pulo Carnaval. Eu não espero Papai Noel. Eu não faço aniversário.
Eu não mudo de ano. Eu me refaço em dias comuns.

Simples assim.

1 de outubro de 2012

Quero atitudes.Quero atitudes seguidas de belas palavras .
Quero palavras seguidas de afeto e afeto bem de perto.
Quero mais que apenas atitudes. Quero barulho, quero bagunça, quero verdade.
Verdades seguidas de abraços. Afagos. Suspiros. Quero soluços.
Quero desculpas, quero mentiras, quero astúcia.
E eu quero agora.

Quem sou eu

Minha foto
Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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