29 de janeiro de 2012




O que há de mais belo no feminino, senão a energia que pulsa em movimento, se alterna em fases e induzem a constantes inquietudes? Mulheres conformadas, contentes com a realidade atual e satisfeitas com o que atingiram estão na verdade adormecidas para o que há de mais essencial no feminino, a incessante busca pelo inatingível. Não é assim no amor? O homem que mais desejamos é aquele que nos deixa em dúvida, que nos testa, nos tenta, nos esgota até o limite de nossa alma para que possamos conquistá-lo e provar para nós mesmas nossa voraz capacidade de sedução. Mas, se o conquistamos e temos certeza disso, se acertamos em cheio bem ali no centro, no ponto máximo, o que nos resta a fazer além de atingir um novo alvo?

Esse homem é desejado porque é fruto de fantasias que deixamos florescer, em meio a um vazio que nos inspira a transpirar e tecer novas realidades. Somos tão ingênuas que quase sempre enganamos nós mesmas, achamos que estamos apaixonadas por aquele que nos tira do sério, que nos irrita, que nos faz refletir por várias vezes e nos faz indagar sobre o que é que estamos fazendo de errado, onde foi que exageramos, o que deveríamos ter falado, o que não deveríamos ter falado, o que vestimos que não caiu bem e por aí vai até nos darmos conta de que não é nada disso. Provavelmente, o que aconteceu foi que um sujeito nos provocou só para ver qual seria nossa reação, como se estivesse nos testando, e em contra partida nós respondemos até nossa última força. Inventamos verdades para nós mesmas, para viver uma paixão e o mundo todo parar porque tudo já perdeu completamente o sentido e esse eixo só será restabelecido quando nosso objeto de conquista estiver na palma de nossa mão demonstrando nos desejar profundamente. Começamos a perceber que esse momento é inatingível isso nos atrai cada vez mais até darmos conta que não há luz no fim do túnel!


E nessa escuridão iniciamos nosso processo de iluminação, caímos na real, e concluímos que buscávamos não o outro, mas nós mesmas. Nossa ingenuidade está em idealizar romance quando só existe atração física, fazer planos e imaginar situações que só existem em nossas cabeças. Nós desprezamos aqueles que nos mandam flores e queremos conquistar aqueles que nos esnobam e o significado disso é que queremos ser desejadas por aquele homem charmoso, sedutor e impalpável, ou seja, o homem impossível! Pode ser que ele seja o famoso cafajeste, tenha um medo enorme de se envolver, tenha um medo enorme de amar, talvez ele seja viciado em paixão, ou então pode não ser nada disso e ele simplesmente não quer mesmo envolvimento, por não ter se interessado por nós. E o que importa isso afinal? Se nós somos tão corajosas para investir em amores impossíveis, podemos muito bem canalizar essa coragem e direcioná-la para outros caminhos que nos tragam mais reciprocidade. A vida passa tão rápida para nos limitarmos a esperar em ilhas desertas quando há tantos mares a serem navegados, pessoas interessantes a se conhecer, novos lugares, novos livros, novos prazeres a serem desbravados. Todo esse vazio provocado pode representar nossa necessidade de mudança interior, nossa busca por novas sensações, reflexões e saberes. Nenhuma emoção é em vão, o caminho só estará perdido se continuarmos nos fixando em desejos que só serão realizados em sonhos e imaginação, deles podemos extrair o melhor, o caminho que percorremos em busca de nós mesmas.
E diz Jabor..

"A mulher não acredita em nosso amor. Quando tem certeza dele, pára de nos amar. A mulher precisa do homem impalpável, impossível".
26 de janeiro de 2012
Então que ne, hoje, é aniversário da “princesinha” e eu tenho que deixar aqui registrado as congratulações por esta data especial ser dela, nada mais, nada menos que a idealizadora deste blog.

Mesmo eu tendo proposto enviar à ela maquiagens, ursos, livros (homens ^^) e ela não ter aceito nada eu preciso deixar uma homenagem pra ela porque ela merece.

Começando; um dia esta garota já sentiu ciúmes de mim, porque eu sou amiga de um ex dela, um dia ela bateu a cabeça e decidiu me adicionar na rede de amigos dela, sem a mais pálida noção de quem ela era, aceitei porque sabe ne, gentileza (nunca) sempre foi meu forte.

Passados alguns dias, percebi que a gente tinha algumas afinidades, por exemplo: gosta de livros, a gente faz parte do grupo pessoas que só se ferram por amor e percebi que a solidão dela seria uma excelente amiga para a minha solidão e que disso poderia surgir uma amizade de verdade e o melhor : engraçada, inusitada!

Eu achei que pudéssemos sofrer juntas, enquanto a gente se diverte. Dito e feito. O contato se tornou quase que diário, mesmo porque a gente precisa atualizar este tróço bunitinho que vocês lêem e adooOooram, que eu sei!

E troca de experiências, conselhos, risadas, compartilhamos um pouco de tudo (menos homem, lógico!) e eu tenho que dizer que mesmo não estando na rotina dela e nem conhecendo ela muito bem, admiro, agradeço e desejo que ela deseje ser feliz de um modo possível e leve, que ela deseje coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que ela tenha discernimento e alvos bem mirados. Que estenda sua mão a quem precisar e que quando ela precisar, que não hesite em me ligar pedindo ajuda, socorro ou só pra desabafar mesmo.

Mas desejo também que tenha uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração, mas os mantenha acesos, livres de frustração. Que tenha fantasias e atrevimento, que perceba os milagres, o imponderável da vida onde os desejos secretos são atendidos. Que continue SE respeitando e que tenha em mente que nada é por acaso!

Desejo que ela queira trabalhar melhor, amar com menos amarras, que queira viajar para bem longe e depois voltar para seu canto (porque não tem nada melhor do que voltar pra onde tudo de bom se sente), desejo que cresça e que perceba que o choro e o silêncio muitas vezes nos engrandecem, através deles somos puxados pra dentro, eu desejo que ela deseje ter a coragem de se enxergar mais nitidamente. OBSTÁCULOS, que supere todos.

Mas desejo também que ela deseje mais amigos, e nem precisam ser melhores amigos, basta que sejam bons parceiros de esporte e de mesas de bar.

Que estes amigos a ajudem, e ela ajude, que ela dobre os joelhos ao lado da cama durante as noites e agradeça e peça tudo com o coração à força maior que move o universo, com isso tenho a certeza que vai ser ouvida e atendida. Que ela escute as histórias dos outros. Que entenda que certeza absoluta nunca na vida a gente vai ter de nada, sobre nada .. a não ser é claro, a morte.

Desejo que ela queira mudanças e que não se assuste com elas.

Que os anos vão passar, muitas águas vão rolar mas que ela seja sempre ela, que não mude por ninguém e que seja simples.

Desejo que ela tenha muitos outros anos inteiro de muitos meses bem fechados, que nada fique por fazer, e desejo principalmente, que ela deseje, simplesmente.

Além disso tudo desejos amores, cores, sexo, yoga e rock’n’roll, grana e tudo de melhor..

E agradeço por ela ter se tornado minha amiga!!

Parabéns princesinha!!


Hoje  pensei em todas as possibilidades de ter perdido algo pelo simples fato de não ter feito algo…Percebo que muitas vezes abri mão de coisas que sempre quis, abri mãos de pessoas que me faziam feliz. Percebo que silenciei quando  devia ter gritado e falei demais quando devia ter ficado em silêncio.Que abri mãos de sonhos apenas por preguiça de lutar. Fiquei parada quando devia ter calçado as botas e corrido atrás daqueles sonhos, deixei partir quando devia ter implorado pra ele ficar.Deixei de dar aquele beijo extasiante por medo de me apaixonar. Deixei de tirar toda minha roupa  e me deixar ser amada por medo do que iriam pensar. Deixei de olhar nos olhos por medo de não conseguir mentir. Não aceitei amor e carinho , por medo de não conseguir retribuir. Deixei de aceitar uma dança , por medo de não entrar no ritmo. Deixei de ser amada por esperar um outro amor.Deixei de ligar no meio de um pesadelo , por medo de não ser atendida.Deixei de roubar um beijo por medo de não conseguir "carregar" até o final . Deixei de gritar por medo de ser mal interpretada, deixei de falar o que realmente pensava por medo de não ser aceita.Deixei de querer mais por medo de ter " de menos".Deixei de ler um livro por medo de não acabar.Deixei de aceitar convites por medo de não estar lá.Deixei para o depois o que devia ter feito no agora.
Tantas e tantas coisas deixei passar em minha vida sem serem aproveitadas , sem serem aceitas.
E então hoje eu percebo que me arrependo muito mais pelo que não tive coragem de fazer, do que por todas as barbaridades que fiz.
E me arrependo por essas coisas não feitas, porque são elas que podiam ter feito toda a diferença.
Quando você já vai toda pronta pra dar 2 facadas e 5 tiros em cada joelho em uma pessoa e descobre que você, no caso eu, mandou o e-mail para a pessoa errada e nunca que a pessoa certa saberia o que estava ocorrendo?  
 
a) Você pede desculpas visivelmente constrangida.
b) Você pede desculpas e fala "também com um nome tão parecido assim..."
c) Você pede para ir ao banheiro e vai embora.
d) Finge que fez propositalmente.
e) Todas as alternativas.
 
(tempo 10...9...8...7..)
 
ou seja. ¬¬
“A vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou pelo menos quase tudo,ou justamente o que não deveríamos. A gente faz planos  mesmo em cima dos silêncios deles, a gente vê beleza em cada sumiço, a gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão, nós temos a mente completamente diferente da deles.”
Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.
Observando e analisando meus últimos dias descobri (por mim mesma!!) que o que me atrai não são músculos, beleza,style,charme, elegância ou algo mudo e que aguce minha visão. Sim, não posso negar que meus olhos exigem serem bem retribuídos pelo fato de estarem sempre me proporcionando algum elogio ou outro (-Ahhh queridos olhos azuis!!!), mas se eu tivesse que escolher entre um olhar ou uma palavra beem dita ao pé de meu ouvido, não pensaria duas vezes.
Gosto daquele cara que de longe você não dá um “conto”(e seja ele do príncipe encantado ou do tal lobo mau), mas que a cada passo que se aproxima suas defesas se esgotam e você se derrete. Gosto daquele cara que chega soltando o verbo, gosto daquele cara que arrisca um “oi “ de longe e vai se aproximando e “gritando” baixinho que quer ser ouvido. Gosto daquela sensação de sentir meu labirinto tremer a cada sorriso-de-canto-de-boca que ele tira de meus lábios. Gosto de barulho, de movimento.Gosto da sensação que esperar pelo silêncio. Silêncio que me deixa rosada se ele ousar olhar para minha boca. Silêncio que grita e causa um turbilhão de pensamentos (sem nexo) dentro de minha cabeça.


Gosto de me sentir muda diante do exagero de movimento e sons que ele causa.


Gosto daquele cara que fala, fala, fala e não diz nada, e depois silencia e se revela. Gosto de me sentir pequena quando me faltam as palavras e de me sentir grande apenas com um suspiro.


Gosto de tudo que me deixa agitada, compulsiva ou exagerada. Não me diga que um olhar fala mais que mil palavras, porque sinto informar que se isso serve pra você, é totalmente sem sentido para mim. Eu gosto do que me causa desejo de querer mais. Eu gosto do que não me deixa ser “meia” ou pela “metade”.


Gosto de ouvir o sons do amor, mesmo quando seja só isso que existe.
22 de janeiro de 2012
Bebo o café em longos e poucos goles. Me arrumo com rapidez constantemente, todos os dias. Minha vida é toda cronometrada. Não me lembro qual foi a última vez que olhei para as estrelas, não me lembro de quando vi estrelas. Recordo vagarosamente que sim, era uma beleza estonteante.
Não me lembro qual foi a última vez que eu vi um dragão nas nuvens? Ou quem sabe, só um coelho. Qual foi a última vez que bebi um café devagarzinho, até quase esfriar? Não sei, não me lembro. Essa pressa já andou me corroendo por dentro, falta de tempo. Tem gente que me chama de compacta e também tem gente que acha que minha voltagem é 220 Volts,tem gente que acha que sou formiga atômica, que faço tudo correndo e por isso nunca tenho tempo. Mas não é bem a falta de tempo em si, a gente acostuma a se apressar. Eu desaprendi a beber as coisas devagar, principalmente café. Mas agora eu olho para o céu, saboreio as coisas, aprendi a ser devagar de vez em quando, descansar. Mas eu sei que no fundo, essa não é minha natureza.
Café frio é péssimo...
Eu não quero saber de fofocas da vida alheia, quero saber de mim, de ti e falar da vida, de cores e coisas lindas, nem quero falar mal de ninguém dentro da minha casa, nem julgar ou lamentar. Quero contar meus segredos e ter a certeza que estarão seguros, compartilhar meus medos e sonhos e saber que não serei julgada. As vezes a gente não está mesmo 'com a corda toda' e dai precisa de alguém que entenda porque também não sou de fazer as melhores escolhas.... mas arriscar é sempre melhor, do que imaginar como seria!
Eu quero amizade verdadeira e madura. Pessoas que me acrescentem e me façam voar. De pessoas pequenas o mundo está cheio, não quero o superficial, o falso, nem sorrisos forçados.... quero lágrimas sinceras e abraços fortes.
17 de janeiro de 2012
Já que meu telefone não tem bafômetro, resolvi cortar o mal pela raiz e ontem apaguei alguns números da minha agenda. Porque né, controle é algo que minha pessoa desconhece, especialmente depois de alguns drinks.

Daí que foi todo um processo de superação. Depois de ler e reler a agenda algumas vezes, concluir quais eram os números mais perigosos, hesitar dez vezes, pensar em anotar num papelzinho e guardar bem escondido, porque né, vai que eu preciso, finalmente apaguei. Ainda quando fiz devo ter dado risada!

De todos os números que eu mandei pras cucuias, dois deles foram os mais difíceis. Mas como eu tô tentando manter minha dignidade mesmo bebum, deletei sem piedade.

mas meu subconsciente ainda não entedeu esse "negódzio" dignidade, definitivamente. Por que né, essa noite eu sonhei que pegava os dois ao mesmo tempo.
Ahhh loca!
Só queria começar dizendo que um dia alguém vai se apaixonar pelo teu jeito.  Pelo teu sorriso torto. Que vai precisar ouvir tua voz todas as noites antes de dormir, e querer o seu ”bom dia” pra se levantar da cama bem. Esse alguém também vai perdoar suas falhas, entender o teu silêncio, e vai curar tua dor. Que vai rir das tuas piadas sem graça, que vai te abraçar sem você pedir, te odiar num dia e te amar no outro. Alguém que você vai poder ter aquelas brigas exageradas por ciúmes, medo, insegurança, mas será alguém que nunca vai embora. Alguém que te fará chorar, e depois substituir cada lágrima por um sorriso. Um alguém que vai te levar junto pra qualquer lugar que for sem se importar com mais nada. Que vai te acordar tocando a campainha da tua casa só pra te chatear e ouvir tua voz reclamando. Um alguém que vai ter a maior sorte do mundo por te encontrado por aí, num dia qualquer e que vai amar todos os teus defeitos. Que vai brincar com você, e dizer o quanto gosta de te ver sorrindo. Vai ser alguém diferente de todo mundo que você já viu. Vai ser alguém que não tem ideia do que ainda vai encontrar,da quantidade de sorrisos que vai arrancar e do tamanho da alegria que vai ter quando descobrir que ele não poderia ser mais de ninguém, além de você.
Uma amiga conheceu um cara, interessante e talls, numa situação totalmente inesperada porque ela chamou ele por indicação para resolver um probleminha de pele do seu animalzinho de estimação.Confiando no profissionalismo, explicou o problema e quatro dias depois ele volta para coletar amostras das escamas da pele do animal e mandar analisar. Sai da casa dela, manda uma mensagem pra não confundir as coisas, mas que não conseguia tirar ela da cabeça (conversa pra boi, jacaré, canarinho dormir!). Marcaram de se ver, se viram uma, duas, três vezes.. tudo valendo a pena, não fosse é claro a idéia brilhante dele de esconder que era comprometido. E claro, ela descobriu.Tudo continuou bem foram pra cama, tiveram uma noite daquelas, ela fingiu super bem que nem sabia de nada.. Ao ir embora, inescrupulosamente ela descarrega tudo e diz: De hoje em diante você é só o veterinário do meu animal.
Pobre palhaço higiênico.

Que tal?

Mas gente, que é mesmo o animal o de quatro patas ou a espécie de duas, que mente??



Mais uma:
Se desilusão amorosa queimasse calorias ela pesaria umas cem gramas.
16 de janeiro de 2012
Meia dúzia de histórias mal contadas, uma dúzia de sentimentos mal sentidos, meia dúzia de desejos não saciados,meia dúzia de sonhos frustrados, uma dúzia de decepções e mais meia dúzia de noites não dormidas . Quanta quantidade para tão poucos momentos juntos??
As pessoas tem medo de números inteiros, as pessoas tem medo de quantidades exatas. Poderia usar uma centena para exemplificar, que mesmo assim não daria a intensidade necessária para as lágrimas de frustração que costumo deixar cair.
Costumo idealizar, sonhar, planejar, querer, viver. Costumo colocar intensidade aonde já não existe. Porcentagem aonde não mais cabe, multiplicar no lugar de dividir, somar ao invés de subtrair. Me apegar ao invés de deixar ir. Costumo enviar torpedos de bom dia , e mensagens doces de boa noite. Meros arrependimentos que cabem na meia  dúzia  de frustrações. Costumo me apoderar, me deixar envolver, costumo me deixar carregar.
Eh , isso custa caro queridas amigas, isso implica em ter marcas. Marcas do ontem, marcas que ainda sinto hoje , marcas que não se apagarão amanhã.
Marcas  como aquela que possuo na minha tíbia esquerda ou será na direita ?? Por alguns segundos tenho que me certificar...Marcas que permanecerão em mim, mesmo eu esquecendo exatamente o lugar delas. Marcas que eu não me importo que ai estejam , mas que as vezes preciso revirar e checar  e depois disso se tornam marcas que trouxeram lembranças, marcas  que voltam a ferir.
Marcas que são apenas marcas,e nada mais.
Me certifico ,e assim percebo que é minha tíbia direita a responsável por carregar a tal “marca de nascença “ , mas é meu lado esquerdo responsável por todas as lágrimas derrubadas por conta de todas as outras marcas.

Sempre tive problemas com elogios, talvez por ouvir desde criança: Seus olhos são lindos! E não ligar mais, e outras por não me achar merecedora mesmo. Saca aquela sensação de ser uma fraude? De não ser boa o suficiente porém algumas pessoas te acham legais e vc não se acha assim... tão legal? Sempre lidei muito melhor com as crítias, pois as mesmas a gente rebate com outra e quando são as famosas "críticas construtivas" a gente ainda reflete sobre elas e depois fica (puta) inconformada.
Elogios como gostosa e outras parecidas nem entram pelos meus ouvidos, tenho minha opinião muito sombria pelos homens em geral...

Mais eis que chega ele, se senta do meu lado sem ser convidado, sorri e diz que sou bela, desarma qualquer reação desgraçada que eu pudesse ter, pega totalmente de surpresa fico apenas envergonhada como uma adolescente de 14 anos, esqueço todas as críticas que destino a mim e aceito o elogio sorrindo, ele fala mais meia dúzias de palavras, nenhuma delas contém nenhum tipo de convite ou segundas intenções, noto que na mão dele tem um maço de flores embrulhadas em jornal, aposto que apaixonado pela namorada, esposa.. enfim...
Continuamos nos olhando de longe entendendo por olhar tudo aquilo que não podemos fazer com nossos corpos. Me apaixono pelo momento sem nem mesmo saber porque, afinal ele não é "nada demais", nenhum Brad Pitt. Me despeço com um aceno de cabeça, estava muito desnorteada para encará-lo novamente. Sei que não o verei novamente nessa cidade, mas o que importou foi o momento.


Sou uma pessoa de paixões, justamente por me forçar penosamente para ser racional todo o tempo, me dou uma rasteira quando permito que essas coisas aconteçam. Como eu sempre falo, me apaixono por uma noite, um beijo, por cinco palavras faladas bem perto do meu ouvido. Normalmente essas paixões não duram muito, muito menos "viram" amor, mas querem saber? Eu não me importo. O sentimento é delicioso.
14 de janeiro de 2012
A nível de informação, ESTAMOS VIVAS! (em CAPSLOCK pq tah na moda!)
Então, começo de ano tenso o meu(compacta), viu! Tá foda!
Intolerante, estressada, brigando com minha sombra, com a dos outros e com os outros.
No estágio tudo bem. Aliás é a única coisa que está bem. O trabalho esta me matando, tá uma merda, vida amorora (oi?) uma piada.
Precisando vir aqui pra desabafar, mas estou sem tempo. Cuuu¬¬
Prometo dar o ar da graça aqui nos próximos dias porque minha sócia (esta foi boa!), amiga e confidente ta de férias. (ê sortudaaa)
Então, podem ir se arrancando os cabelos, aqui vai ter de tudo!!

12 de janeiro de 2012
Sim, de que adianta você dizer:" Não agora não tem mais vez, chega".  (sua boba) Até parece que você é durona, um iceberg . Ainda faz um teatrinho todo que as pessoas já conhecem. Você transparece, amolece e derrete na primeira ligação de quem espera. Por mais que você sofra ou tenha começado tudo errado, por mais que você  tenha consciência de que Deus instalou o céu e o inferno no mesmo playground (eita homem dos infernos, mas bom pra caramba!!), por mais que você saiba que vai sofrer se esfolar e vai doer. Você releva, briga, chora, esperneia e cede. (Sim, afundou o navio). De nada adiantou o teatro , você de novo esta aí, sofrendo.
Meodeosss o que é que eu faço?
Daí você decide que realmente não dá mais. Larga de mão, sofre tudo de novo. Leva seu zumbi pra passear  no trabalho, supermercado, locadora, feira, cinema e afins. Já tem meses de abstinência dele, e o coração quer ter recaídas agora! “-Ah não coração, não me envergonhe!” Estou até melhor. Só que você esbarra com o fulano sem querer... e pensa ligeiramente... ELE PODE TER MELHORADO, daí você descobre coisas horríveis e faz um balanço:
A vida é assim: Você espera que a pessoa amadureça e ela vai e apodrece!#selasca.
9 de janeiro de 2012
 Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge. Salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta. Salve o amor na pista, que roça, se esfrega, se joga e vai embora. Um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória. Salve o primeiro amor, que rasgou, perfurou, corroeu… ensinou. Salve o amor selvagem, o amor soltinho, o amor amarradinho. Salve o amor da madrugada, sincero enquanto dure e infinito posto que é chama. Salve o amor nu, despido de inverdades e traquitanas eletrônicas. Salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. Salve o amor eterno, preenchido de muitos ardores. Salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro. Salve o amor safado, sincero e sincopado, o amor turrão e o encaixado.

Quem sou eu

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Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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