Mais decidida do que nunca, juntei o telefone e atendi.
- Que tal um suco? Tu vens me buscar ou eu vou?
- 15:30 estarei na sua casa.
E lá fomos, bons amigos como sempre.
Eu dirigia e gargalhava ao mesmo tempo com as observações que ele fazia. Boa musica e companhia agradável.
10 min. depois de chegar ao destino, começou a chover.
Joguei a chave e pedi pra que guiasse enquanto terminava minha salada de frutas e fumava meu cigarro.
Chovia forte e o tempo sugeria um tempo a mais juntos.
Estacionei em casa e entrei no carro dele. E depois não sei mais explicar, carnalmente nos envolvemos, ainda antes do destino proposto.
A chuva colaborou, a cerveja aliviava o calor, o suor atestava que estava valendo a pena e o sábado (que não tinha perspectiva nenhuma) acabou da melhor maneira possível.
16 de outubro de 2013




Amar é permitir sempre.
Amar é deixar que o outro vá – ou fique, se assim o desejar. Amar é ter um respeito absoluto pela própria liberdade e pela liberdade do outro. Amar é compreender sempre. E isso não significa apenas entendimento racional, vai além, muito além: Amar é reconhecer afetuosamente o direito que o outro tem de fazer  suas ESCOLHAS. Mesmo que eventualmente ME excluam.
Mas assim, nesta minha colocação bonitinha parece estar implícito que se deva aceitar as idéias do outro, todas e ainda adaptá-las a nós, só que nãaooo. Claro que não.
Explico melhor: se isso fosse feito seria uma violência com nós mesmos porque cada um tem valores e mesmo que fosse em nome do amor, a submissão é um horror!
Então com o que eu escrevi eu quis dizer que precisamos aceitar as escolhas que o outro faz mas que estas escolhas não impliquem numa supressão da nossa liberdade pessoal.
Porque daí, causaria dor, logo, não seria amor.
Se a escolha do outro cerceia minha liberdade, me sufoca, me atormenta, me agride de alguma forma não podemos aceitar. 
Compactuar com certas escolhas da pessoa amada é de certa forma, amputar-se.

Lembre-se disso!

Beijo da titia. 




"não explico a presença a ausência excesso ou escassez de consciência. não entendo o preto não questiono o branco não desafio o mentiroso não concordo com o fraco não agrado não hesito não faço o que me mandam não pergunto o que não me interessa tenho fome fé e pressa sou muito pouco pra ser ontem e grande demais pra ser eterna." 
— Paris, 1992


15 de outubro de 2013




Acho que o homem ideal é uma síntese de Cazuza, Jesus Cristo, Che Guevara, Eddie Vedder e Leonardo Da Vinci.

Deve possuir um senso de humor permanente (porque pra me aturar não há outro jeito) tem que ter um quê de romantismo (porque é uma coisa que ninguém nunca foi comigo), não precisa ser escultural e nem tanto poético.

Pode até ser um porraloca, mas que seja um tanto inteligente, decidido, talentoso e criativo.

Mas a qualidade que dá um xeque-mate nos critérios é que seja amante da liberdade, como eu!

"A próxima vez que você perder o coração e você não puder suportar o que você está sentindo, você poderá recordar esta instrução: mudar a maneira de ver. Ao invés de culpar o nosso desconforto por causa das circunstâncias externas ou por nossa própria fraqueza , podemos optar por ficar presente e despertos com a nossa experiência, e não rejeitá-la, não apreendê-la, não acreditando nas histórias que contamos a nós mesmos implacavelmente. Este é um conselho inestimável que aborda a verdadeira causa do sofrimento - a sua, a minha, e de todos os seres vivos."

Pema Chodron



Explicando pra quem não entendeu:

Quando você se deparar com a dor, deve permitir-se vive-la. Não busque soluções externas para a sua dor ou ainda justifique-se, culpe-se ou culpe os outros. Simplesmente sinta-a sem medo. Assim como a alegria mundana, a tristeza também e parte da nossa existência na roda da vida. E tentar ignorar os sentimentos dolorosos não irá ajudá-la(o) a desvendar a sua natureza compassiva e amorosa. Isso também ajudará a desapegar-se, pois percebera que aquilo que te traz alegria também te causa dor e sofrimento.



*budista
Em vista de hoje ser sexta-feira, estar atolada de trabalho e com o coração saltitando de ansiedade (e saudades), venho bem rápido, como sempre, pra dizer a vocês que não me “xinguem”, nem me “briguem”, afinal os (bons) motivos de eu não estar “melando” o BB é que estou perdidamente apaixonada, ousaria dizer A-mando, mas tipo  a mando mesmo, pelo meu futuro marido. Tá, agora eu até imagino a cara de espanto de vocês, mas gente sério, acredito que ele realmente seja “aquele homem”, sabem?
Então vim pra cá cedinho, só pra dizer que eu sou a prova viva de um dia as coisas se ajeitam e o que realmente vale a pena surge assim “do nada” em nossa vida, basta você aceitar ou não!

Um ótimo final de semana é o que deseja a Princesinha a vocês! 

10 de outubro de 2013


Eu estarei por perto quando você achar que tudo acabou.

Parece que foi ontem: ele era (deveria eu escrever no presente?!) pouco mais alto que eu, magro,bem intencionado ou pelo menos disposto a ajudar, nos pés all star e estava ali me esperando. Logo depois estava caminhando pelos corredores do prédio onde eu trabalho, num ritmo diferente (mas ele não sabia) que me encantaria.

Jeans,camiseta e um sorriso bem diferente. Lembrava Raul e as vezes passava as mãos nos cabelos semilongos,tinhas mãos bem cuidadas, misto de príncipe com cantor de rock. Lembro da voz lânguida e articulava as palavras pronunciando-as lentamente. Transmitia paz, calma. Tinha vontade de ficar ali o resto do dia e quem sabe do mês...Era lindo demais. E atrevido demais. Mais novo, sadio. Deu uma luz na minha cabeça, sabe quando a coisa te ilumina? Assim como se ele formulasse o que eu, confusamente, estava apenas tateando? É, disfarcei bem o impacto que não demorou, me vi na lona. Nocauteada.
Só que o nosso grande papo, por circunstâncias externas, nunca pôde pintar. Era descabido. Ou melhor, proibido.
Foi apenas uma impressão, depósito de desejos reprimidos ou talvez jamais imaginados.
Deu-se o contato. Deu-se a prosa.
Tinha vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro de mim, naquele momento, não era bom lugar para se estar. Só que o que parecia desaparecer estava lentamente aumentado.
Me perdi.
Não consegui sair, me apaixonei.
Nos tornamos confidentes, amigos. Eu sempre iria e vou estar aqui, pronta devolver a ajuda.

Não posso (ou não quero) acreditar que só eu senti, seria doloroso demais. Mas seria honesto, pelo menos.
A verdade é que justo quando eu estava em paz, quietinha e no meu canto um tsunami passou no meu quintal justo quando eu, de tão bem, estava com as janelas abertas.

Você pode imaginar o restante, não é?


destroços
6 de outubro de 2013


Gente boa, eu tenho tanto assunto na minha cabeça que nem sei por onde começar a prosa por aqui.
Ou melhor, sei sim. Vou escrever algumas mal traçadas linhas sobre um assunto que está na minha cabeça há dias.

Perdas e Ganhos.

Coincidentemente estou lendo um livro com o mesmo título que, inclusive, recomendo de olhos fechados.

Na verdade tenho reparado que existem algumas pessoas inseguras que são do meu círculo de amizade e também de convivência.
Tenho pensado diariamente que precisamos aprender essa desacreditada coisa chamada 'ser feliz'.
Ao ler isso, possivelmente você esteja com as sobrancelhas arqueadas e pode ir voltando ao seu semblante normal porque eu sei que em algum momento você se questiona sobre esta tal felicidade.
Felicidade não está em, felicidade é.
A paz não está nos outros, está em você.
Liberdade não é escolher entre preto e branco, é justamente não precisar escolher.Não somos totalmente livres.
Amor é nobre demais pra ser mendigado. Sentimento iludido vira coisa feia, corrói quem ilude e quem é iludido.
Estamos permanentemente nadando contra a correnteza, tentamos uma fusão total com o outro,impossível.
Esquecemos ou fingimos que esquecemos que fusão total não existe. Partilhamento completo é inexequível.
E mais, o ESSENCIAL nem pode ser compartilhado: é descoberta e susto, glória ou danação de cada um, SOLITARIAMENTE.
Também fingimos que podemos escolher entre A ou B sem consequências.Toda escolha implica ônus e bônus e certeza a gente nunca vai ter - absoluta. Acredite.
Perdemos e ganhamos todos os dias.
Você quer casar comigo? 
Tem certeza que promete ser fiel, amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias sua vida.
NÃO, NÃO TEM!
Sem essa gente, isso não nos pertence maaaaais.
O que eu estou escrevendo não é coisa da minha cabeça e você, caro leitor, sabe disso. Não são devaneios.
Sou uma mulher do meu tempo e pelo que tenho visto é que cada dia que passa as pessoas atribuem este substantivo - FELICIDADE - a outra pessoa e esquece que já é feliz sozinho.
Isso não é egoísmo e também acredito que seja responsabilidade demais atribuída a uma pessoa que você nem conhece direito. De novo, não tem certeza mas topa relacionar-se pra ver o que pode e vai acontecer.
Escolhe trocar de trabalho porque vai ganhar mais no outro, mas não sabe se vai estar feliz no novo desafio.
Garantias? Não temos.
A questão é descobrir-se. Transformar-se. Se melhorar pro outro e pra si mesmo também. Tudo é aprendizado.
Sem exceções mas com concessões.
Encerre ciclos pra que novos possam ser iniciados. Nada pela metade, conclua.
Ninguém pode escolher por você. Se trata da sua vida e se você está optando pelo certo ou o errado só o tempo vai dizer.

Quem sou eu

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Mulheres de bem, somos a pessoa que sempre fomos, (guardadas algumas alterações fisiológicas que o tempo insistiu em modificar, mas Murphy é bonzinho até...) com quem vocês convivem ou irão conviver através deste blog, só que não, não sabemos direito quem realmente somos... nem sabemos se queremos bem saber. Nos surpreendemos muito com nós mesmas. Como colocar em um perfil, alguma característica nossa, se mudamos o tempo inteiro? Dupla personalidade. Humor negro. Ironia. Lágrimas de saudade.Sorrisos de boas lembranças.Abraços de adeus. Mistura das cores, de dores ,de amores. Afiliadas do clube "Pessoas que só tomam no cu".Amamos a vida. Nossos animais. (não estamos só querendo parecer boazinhas, a gente é mesmo). Dizimistas da igreja católica. The Secrets é o que há. E vodka não há de faltar. Mas, mulherada de fé, nada do que contém essas mal digitadas linhas é utilmente aplicável, nem sequer inutilmente despejado.Confissões inaudíveis,teses de liquidificador e quem sabe demonstrações da nossa constante oscilação. Achegue-se, nada aqui morde.. Te damos Boas vindas,com um velho clichê: Nós avisamos... ;)
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